Do que adianta termos os melhores carros, as melhores casas, os melhores empregos ou até nem emprego precisarmos ter, se nossa vida não tiver nenhum sentido?
Do que adianta termos roupas, bolsas, calçados de grife, se por dentro nos sentirmos vazios e desprotegidos?
Do que adianta sorrisos, máscaras, se por dentro nutrirmos lágrimas que, muitas vezes, nem compreendemos o motivo?
Do que adianta estarmos cercados de pessoas, se por dentro estivermos desconfiados de todos e nos sentindo sós?
A verdadeira felicidade começa dentro de nós. Precisamos admitir que somos falhos e que há Alguém infinitamente superior a tudo o que somos e a tudo o que vemos.
Precisamos entender que não somos nem melhores nem piores do que ninguém, mas apenas diferentes e com experiências também diferentes.
A vida pode ser muito mais bonita se começarmos a reconhecer que cada novo dia é uma nova oportunidade para recomeçarmos e para sermos o melhor que pudermos ser para Deus, para os nossos semelhantes e para nós mesmos.
Os momentos, por mais difíceis que sejam podem ter um sentido completamente diferente se começarmos a enxergá-los de forma diferente.
Podemos ser felizes, independente das lutas, basta determinarmos no mais íntimo do nosso ser que somos felizes!
A vida é para nós da maneira que a enxergamos. Devemos desejar sim o carro, a casa, o emprego, a saude, a concretização dos sonhos e muito mais. Porém sem esquecermos de viver e de estarmos de bem com nós mesmos.
Ser vencedor ou não, ser feliz ou triste, seguir em frente ou retroceder, recomeçar ou parar no tempo, sorrir ou chorar, são decisões que só dependem de uma unica pessoa: você.



